Fonte original: G1 Saúde
⚡ REESCRITO POR IA (PENDENTE DE IMPLEMENTAÇÃO REAL) ⚡
Por duas décadas, a terapia hormonal da menopausa (THM), conhecida popularmente como reposição hormonal, foi vista com reservas. Tudo por causa do estudo Women’s Health Initiative, publicado em 2002, que apontou que a utilização de progesterona sintética e o estrogênio equino (derivado de cavalo) – o tratamento disponível na época – embutia uma série de problemas: maior risco cardiovascular; trombótico; e, principalmente, de câncer de mama, especialmente em mulheres que faziam uso combinado de estrogênio com progestágeno. Por último, uma incidência duas vezes maior de demência entre aquelas acima dos 65 anos. A pesquisa causou anos de “efeitos adversos”: a informação fez com que muitos médicos se recusassem a prescrever o tratamento para suas pacientes e milhões de mulheres deixaram de se beneficiar com a terapia. Trabalhos recentes mostraram que uma abordagem individualizada e o acompanhamento de um especialista superam os riscos, e o FDA (o equivalente da Anvisa nos Estados Unidos) decidiu retirar esse aviso dos medicamentos hormonais comercializados no país.
Flavia Barbosa, endocrinologista e professora da UNIRIO: a atividade sexual regular, com ou sem parceiro, ajuda a manter a vagina saudável
Divulgação
Além de aumentar o risco cardiovascular e de desenvolvimento de osteoporose, a diminuição na produção do estrogênio vem acompanhada de uma longa lista de sintomas que antecedem a menopausa: ondas de calor, fadiga, confusão mental, mudança de humor, insônia, ansiedad…