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Câncer de próstata: por que a hormonioterapia afeta a função sexual

Fonte original: G1 Saúde

⚡ REESCRITO POR IA (PENDENTE DE IMPLEMENTAÇÃO REAL) ⚡

Estamos chegando ao fim de novembro, mês da conscientização sobre o câncer de próstata. As campanhas, acertadamente, focam na necessidade de prevenção e detecção precoce, porque o tempo conspira a favor da luta contra a doença. Minha contribuição para o Novembro Azul é compartilhar o que aprendi num seminário on-line que reuniu Evie Mertens, enfermeira com especialização em urologia do Royal Melbourne Hospital (Austrália); o psicólogo Andrew Matthew, professor associado da Universidade de Toronto (Canadá); e o urologista Mohit Khera, professor do Baylor College of Medicine (EUA). O tema era a hormonioterapia, ou terapia de privação androgênica, na qual o paciente recebe medicamentos para suprimir os hormônios masculinos (andrógenos).
A terapia de privação androgênica, na qual o paciente recebe medicamentos para suprimir os hormônios masculinos, tem impacto significativo na função sexual, e por isso é tão importante detectar logo o câncer de próstata
Mariza Tavares
A testosterona, em especial, alimenta o crescimento das células cancerígenas; por outro lado, é essencial para a libido e a manutenção da ereção. O resultado é um impacto significativo na função sexual, e por isso é tão importante detectar logo a doença.
Nem todos os pacientes com câncer de próstata são submetidos à terapia de supressão de andrógenos – realizada por meio de cirurgia (retirada dos testículos) ou administração de medicamentos. Ela é indicada em casos de câncer avançado ou metastático, quando o t…

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